
O peeling ou resurfacing já foi largamente utilizada pelos cirurgiões plásticos e dermatologistas em décadas anteriores, passou por um período de baixa procura e atualmente voltou aos consultórios com grande procura, principalmente pelo fato de novos procedimentos terem sido introduzidos, utilizando-se substâncias químicas, recursos instrumentais como dermoabrasores, laser e a rádio-frequência.

Vários fatores deverão ser levados em consideração, no exame inicial do paciente que deseja realizar este tipo de procedimento, entre eles podemos citar:
a) Irregularidade da pele e sua causa: seqüela de espinhas, varíola, cicatrizes leves, micro-sulcos, etc.
b) Tipo étnico do(a) paciente: as pessoas de pele morena são mais propícias às complicações tipo "manchas".
c) Tipo de atividade profissional do paciente.
d) Presença de fatores locais que contra-indiquem o ato (barba irritável, espinhas ativas, irregularidade na superfície cutânea muito acentuada, presença de discromias em outras áreas, cicatrizes inestéticas, etc.)
e) Motivação do paciente.
A dermoabrasão, o peeling ou resurfacing poderá ser indicada em uma ou mais sessões, quando indicadas mais de uma sessão, recomenda-se certo intervalo entre uma e outra, dependendo das características da pele, assim como a técnica empregada.
Poderá ser realizada sob anestesia local ou geral ou mesmo sob sedação ( peeling químico).
Durante as primeiras fases, período de eritema, vermelhidão, é proibida a exposição ao sol, a fim de se evitar o aparecimento de manchas na pele. Esta conduta poderá ser feita simultaneamente em áreas específicas (Peri - bucal, pés de galinha, micro-sulcos peribucais, ou na face total).
Mais informações:
Instituto Braga Cirurgia Plástica e Dermatologia
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Campolim . Sorocaba . São Paulo
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